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Me Cookies and Milk

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Mudança de casa - Parte I

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A mudança de casa começou a sério há 2 dias. Temos menos de 1 mês para sair de casa e isso significa “loucura total”.

Decidimos ir levando aos poucos. Todos os dias levamos um bocadinho da nossa casa para a casa emprestada dos próximos tempos. Já enchemos 6 caixas e ainda só esvaziamos 1 armário (pequenino) … Tá bonito isto tá!

A boa experiência de tudo isto é o entusiasmo do Dinis a arrumar os brinquedos dentro das caixas e o Martim a tentar comer o papelão 

Boa noite

Os dias têm sido intensos. A mudança de casa, o novo trabalho e o novo projecto pessoal têm esticado os dias para além da hora limite que estipulei para ir descansar. É uma questão de prioridades, e neste momento a prioridade é fazer uma mudança de casa sem correrias, chegar a horas ao novo trabalho e dar seguimento ao projecto pessoal que iniciei há pouquíssimo tempo. É exigente, mas tenho a certeza que no fim, tudo valerá o esforço.

Tenho tanto, mas tanto para contar, mas nesta lufa lufa dos últimos tempos, o blog tem sido penalizado. Queria deixar aqui o registo de tantas e tão boas coisas (e outras menos boas) que têm acontecido, mas o corpo precisa de repouso… Por isso vou tomar o chá, xixi e cama.

Boa noite!

Mais uma mudança

- Acabei de vender o teu apartamento!

Tombei! Assim que ouvi que tínhamos comprador para o apartamento fiquei KO.

Fiquei muito feliz. Afinal vou começar a construir a verdadeira “casa”, a nossa casa. Mas caraças, acho que não estava preparada para a noticia.

Ainda estava eu tipo passarinho tonto de acabou de bater contra uma árvore, eis que vem mais uma “bomba”:

- Tens 1 mês para sair de casa!

1mês?!?!?

Vai ser bonito vai… 12 anos metidos num T3, 2 miúdos e um pai completamente abananado com esta mudança, parece-me que vou ter um longooo mês pela frente…

Aguenta mãe, aguenta!

O Natal é quando... o Dinis exige!

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Tenho a sensação que estou a viver o Natal no Brasil. Está uma caloraça lá fora (pelo menos durante o dia) e aqui em casa já há todo um presépio montado. O Dinis está que não se aguenta de excitação com o Natal. Em meados do mês de Outubro já queria montar a árvore de Natal. Convenci-o a não o fazer. Mas não aguentei mais, eu bem tentei, mas cedi à chantagem emocional de 1 metro de gente e deixei montar o presépio. A realidade é que o presépio está montado há menos de 24 horas e já temos uma baixa de peso. A figura da camponesa perdeu a cabeça… Pobre coitada, estava ela a olhar pelo seu rebanho quando levou com o voador do Martim em cima. Não resistiu aos ferimentos e acabou na caixinha das reparações. Ora bem, fazendo contas… Faltam cerca de 35 dias para o Natal. Temos cerca de 30 figuras no presépio. Isto quer dizer, que lá pelo Natal o nosso presépio deve-se resumir a um tapete verde a simular a relva no chão.

Ai América...

Há 4 anos atrás assistia em directo à eleição de Barack Obama. O Dinis tinha dias. As noites eram passadas a ver as notícias, música e alguns programas manhosos que passam de madrugada. Numa dessas noites assistimos à eleição de Barack Obama. Fiquei feliz. Acreditei que tudo ia ficar melhor e que o Dinis tinha nascido num mundo de esperança.

Passados 4 anos cá estou eu e o Martim. Mas agora nestas eleições americanas não há ninguém que nos faça acreditar que o mundo ficará melhor. Muito pelo contrário. Preocupa-me esta “demência” humana que acredita e venera alguém que não tem respeito por ninguém – nem mesmo por ele próprio.


Ai América, acorda!

#TiradasdoDinis

Olho pelo retrovisor do carro e vejo o Dinis a torcer o nariz enquanto canto.

- Dinis, a mãe canta mal?

Silêncio

- Dinis, a mãe canta mal?

Silêncio

- Vá lá Dinis, responde à minha pergunta.

- Ó mãe eu não quero que cresça o nariz.

- Mas só cresce o nariz se mentires.

- Mas eu não quero dizer a verdade…

- Porquê?

- Porque cantas mal mãe...

Caraças e eu a pensar que tinha passado ao lado de uma grande carreira

Ritual do sono

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Aquelas mães que seguimos nos blogues, aquelas que dão workshops, fazem macramé e comem vagas de goji são as minhas “heroínas”. Elas dão banho aos seus bebés ao fim do dia, fazem-lhes uma massagem com óleo de amêndoas, dão-lhe o leitinho enquanto lhe contam uma história e no fim, sem birras nem fitas, deitam-nos no seu berço, dão-lhe um beijinho, cantam-lhe uma música de embalar (em Inglês) e eles adormecem que nem anjinhos... Fogo, que espectáculo!

Aqui este protótipo de mãe dá banho ao Martim ao fim do dia. Limpo-o com dificuldade enquanto ele tenta zarpar da cama a toda a velocidade. Visto-lhe o pijama enquanto berra com a neura de não ter conseguido “fugir”. Dou-lhe o leitinho e ele entretém-se a torcer-me a pele do peito enquanto mama. Levo a roupa para lavar, arrumo as coisas do banho com ele ao colo à espera que arrote. Arrotou? Siga para a cama. Dou-lhe a chupeta, um beijinho e deito-o. Ele levanta-se e atira a chupeta ao chão. Apanho a chupeta e vou lavá-la. Dou-lhe a chupeta e volto-o a deitar. Ele levanta-se, atira a chupeta. Apanho a chupeta e vou lavá-la. Dou-lhe a chupeta. Beijinho. Deito-o. Ele levanta-se. Atira a chupeta. Apanho-a. Lavo-a. Dou-lha. Beijinho. Deito-o. Levanta-se. Vai puxar a corda ao boneco para ouvir a música. Deita a chupeta ao chão. Apanho-a. Não a lavo (shame on me). Dou-lha. Beijinho. Deito-o… Passamos 30 minutos, no mínimo, nisto. Por fim, lá se dá por vencido e acaba por adormecer com o tédio…

Vou inscrever-me num workshop de macramé. Pode ser que fique uma mãe mais parecida com estas super mães que têm super bebés