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Me Cookies and Milk

Me Cookies and Milk

Menos é mais

Sabem que mais, cada dia que passa, cada vez mais me convenço que há um fator essencial, que não pode existir, para sermos verdadeiramente felizes…

Chego a esta conclusão apenas por aquilo que constato à minha volta (sim, eu sei que é uma visão muito curta), mas que desenha um padrão que nos últimos tempos tem ganho bastante dimensão. Ora vejamos.

  • Famílias impecáveis, que organizam passeios anuais da “família Almeida”, juntam-se todos no Natal, não falham a um aniversário nem a um chá do bebé mesmo que seja da prima em quarto grau que vive na Escandinávia, quando é que começam os problemas?! Nas partilhas!
  • Casal junto há mais de duas décadas, que viveu sempre a contar trocos para conseguir levar os filhos ao jardim zoológico da Maia, recebem uma herança, ganham uns trocos extra sabe-se lá de onde e de repente é vê-los um para cada lado. Ele a colocar implantes capilares, ela maminhas novas, ele compra um topo de gama, ela uma carteira que custa o equivalente a 2000 ingressos para o jardim zoológico da Maia. Resumindo, as atenções passam para o umbigo de cada um e era uma vez um casal
  • Irmãos que partilharam t-shirts contrafeitas durante anos a fio, que desenrascavam 10€ um ao outro para conseguirem levar a namorada a jantar fora ao Martins dos frangos, quando os pais decidem fazer umas partilhas antecipadas é vê-los a apunhalar-se um ao outro sem dó nem piedade.

Resumindo, o que não pode existir em demasia? Dinheiro!

Claro que isto não é assim em todo lado, FELIZMENTE. É mais um pensamento meu assim para o palerma . Mas a verdade é que constato que os problemas têm mais tendência para se iniciar quando deixamos de contar trocos, e passamos a forrar as paredes do quarto com notas de 500 €... Mas pode ser só impressão minha 

Organizar festa de finalistas - episódio I


Andava aqui esta menina ansiosa pelo dia em que se iam iniciar os trabalhos para a festa de finalistas dos nossos meninos, e eis que finalmente chega o dia…IUPIII!!!!

Senti-me neste últimos tempos um adolescente a contar dias para fazer 18 anos e marcar exame de condução…

Chega o dia, faço o exame… e chumbo!

Chumbar, como assim? Simples, não tenho um examinador, Tenho 4 ou 5 de uma rajada só. Pais que deviam andar mais ansiosos do que eu para preparar a festa. Que chegaram com uma ideia já definida, plano, trabalhos, orçamentos, agenda, cronograma, etc… basicamente tinham tudo definido e desataram a “sugerir” ao resto dos pais. Apanharam-me de surpresa e quando tentei interiorizar toda aquela informação e dar o meu contributo, o que recebi foram “hmm, não!”, “acho mais interessante fazer de outra maneira”, “não”, “atenção aos custos”, “não”, “não sei”…

E pronto, saí de fininho. Rabinho entre pernas e com uma nota do instrutor para agendar novo exame.

Cheira-me que o meu maior contributo para esta festa é estar caladinha, seguir ordens, e tudo correrá bem.

Primeira conversa do ano... #TiradasdoDinis

Dia 01 de janeiro às 10h00. Eu e o Dinis sozinhos na cozinha tomávamos o pequeno-almoço enquanto o resto da casa ainda dormia. Levanto-me para ir buscar mais pão. Bato acidentalmente na cadeira do Dinis. Peço desculpa. Sento-me.


- Tens o rabo um bocadinho grande mãe…

- O quê?! Que exagero Dinis. Eu tenho um rabo bem pequenino.

 

[2 minutos de silêncio]

 

Barro mais um pão com manteiga…

- Sabes mãe, não é a comer esse pão todo com manteiga que vais conseguir ficar com um rabo mais pequenino…

 

E pronto, está dado o incentivo para este ano ter um corpo mais tonificado…